quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

VIVA A LUA CHEIA E A FORÇA DA NATUREZA!!!


As pessoas esquecem que somos formados pelos Reinos: Mineral, Vegetal e Animal! Só lembram da natureza quando esta demonstra a sua força e o resultado do caos gerado pelo Reino Humano...Com a força da Lua Cheia, Viva a consciência da integração e respeito com a Natureza!!! dM


Tu BiShevat – Árvores não possuem a “Má Inclinação”

Hoje, ao pôr-do-sol, inicia-se a lua cheia de Aquário, e aparece uma data cósmica: Tu BiShevat, o Ano Novo das Árvores.

O ser humano tem uma força negativa que é chamada de “má inclinação”, e graças a isso, o ser humano tem o livre-arbítrio de escolher entre fazer o bem e fazer o mal. O que significa fazer o bem? O que significa fazer o mal? 

Hoje em dia não é tão claro o significado disso – segundo a Cabalá, fazer o bem ou o mal é um ato de autobenefício ou autoprejuízo. Não tem nada a ver necessariamente com o outro. O outro é só um espelho, um meio para o crescimento e a evolução espiritual de cada um de nós. O outro pode ser outro ser humano, o outro pode ser um animal, o outro pode ser Deus, ou a Natureza. O outro é a dimensão da percepção da realidade que aparece em nossa mente, é o mundo lá fora. E o mundo lá fora é uma ilusão, um espelho, e por isso temos de aprender como usufruir e utilizar essa percepção da realidade externa para a nossa própria evolução interna.

As árvores não possuem má inclinação, mas sem dúvida têm um destino. Quem determina o destino das árvores? Aqui entramos em um assunto que é muito importante em nossas vidas hoje: a preservação do meio ambiente. Hoje em dia, na Era de Aquário, o ser humano está aprendendo uma lição cósmica, talvez a lição mais importante na história. A lição é ligada ao meio ambiente, à Natureza. Podemos ver que a Natureza é muito forte, mas também é muito sensível, vulnerável. A Natureza reage às ações do ser humano e temos de aprender a lição sobre como interagir com ela de uma forma equilibrada, o que também vai determinar o destino do ser humano.

Não é por acaso que a forma da letra Tzadik se assemelha a uma árvore, com as raízes para baixo e os galhos para cima – os galhos da árvore que crescem são antenas que captam a energia cósmica que vem de cima para baixo – e o justo equilibra o fluxo entre a energia cósmica que vem de cima para baixo com a energia que vai de baixo para cima.

A comemoração do Ano-Novo das Árvores não é somente um dia simbólico, é um dia com muita energia. Como podemos festejar esse dia? O que precisamos fazer é algo bem simples – pegar o fruto de uma árvore, fazer uma bênção, e comê-lo. Comer não é só um ato físico, também é uma fonte de prazer. Quando o ser humano se liberta da má inclinação, não precisa mais passar por um processo de trabalho elaborado, demorado, difícil, é só uma questão de saber como usufruir do prazer.

O fato de estarmos recebendo essas informações, essa sabedoria, faz parte de uma dívida cósmica que nós também temos de pagar, mas o pagamento será feito com prazer. O compartilhar da sabedoria divina que salvará o mundo é um prazer enorme, não há igual.

Trechos extraídos do pronunciamento do Rabino Joseph Saltoun sobre Tu BiShevat





Nenhum comentário: